domingo, 19 de setembro de 2010

1ª Reunião em Tietê

Presentes: Lili, Ary, Vitor, Núsia e Antonio Afonso. (Também encontramos o Pe. Ulisses)

Estou no seminário Santa Teresinha na cidade de Tietê. Os seminaristas que começavam a estudar aqui iam depois para o seminário Santo Afonso em Aparecida, ao menos na época em que o Ary entrou para o seminário - 1968 se não me engano. Tudo decorreu como a primeira reunião tida em São Paulo e cheguei a mesma conclusão. Voltarei para cá no dia 2 de outubro e teremos aí um "trabalho investigatório". Porém, já sei que o Ary saiu e voltou para o seminário 2 vezes até se ordenar diácono. A primeira volta levou 17 anos para acontecer a segunda foi há pouco tempo, quando se ordenou.

Descobri a Lili! E vale muito este ponto de exclamação na primeira oração deste parágrafo. Não tenho idéia da nomenclatura que leva o seu papel no grupo, porém a entendo como "diácona" após ter ouvido do Ary uma bela conceituação do que é um diácono: em suma, aquele que serve (obrigado a Núsia que perguntou o que era um diácono). Lili tem um bom acervo de materiais relacionados a Uneser, muito trabalho feito para a Uneser e muitas histórias no imenso coração. Além de ser gente que faz, resolvedora. Ótima parceira para a realização deste trabalho.

Lili nos contou sobre o Amaral, que viajara bastante e ia atrás dos ex-seminaristas fazendo muito contato. Entregamos a ela algumas cópias do DVD Melhores Momentos da Uneser para serem distribuídas. Comentamos sobre o ambiente de clausura dos Padres. Um local temido por todos e a paz dos padres, que podiam lá descansar um pouco de tudo.

Ah! Claro, devo falar que vimos o Pe. Ulisses, que é irmão de um grande amigo do meu pai e da minha família, o Toninho. Meu pai ficará feliz quando eu contar que encontrei o Pe. Ulisses.

Neste primeiro encontro em Tietê, fizemos uma boa conversa. Os próximos objetivos no novo encontro serão conversar mais, gravar entrevista com a Lili, Ulisses e Ary. Traçando a história, perfil de cada um, trabalhos feitos, ocupações atuais e o que mais foi providenciado no momento.

Sinto a necessidade de fazer um post de cada pessoa que entrevistar para eu conhecê-la e saber a sua história.

Antes de voltar para São Paulo fomos a um churrasco. Recebeu-nos o Hermes, colega do Ary. Lá ainda encontramos o Pe. Galvão da Rádio Aparecida, está com 86 anos, firme e forte.

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